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UM OLHAR SOBRE A CIDADE 3 (Primeira parte ): Creche de Farinópolis está sob intenso matagal

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Ao encerrar o mês de janeiro, a terceira edição de “Um Olhar Sobre a Cidade” visitou comunidades rurais do município de Araputanga, para avaliar, depois de dois anos, como está o estágio de desenvolvimento e atenção da Administração Pública Municipal para os habitantes dessas localidades.

A reportagem viajou acompanhado do cidadão Ilídio da Silva Neto, Diretor de honra da Folha de Araputanga e, logo que desembarcou em Farinópolis percebemos que há muito por fazer. Ficou documentado pelas fotografias (VEJA FOTOS AQUI) que a falta de cuidados, nestes tempos de chuva, permitiu ao mato crescer, com muito vigor em torno, da Escola Tancredo Neves, da caixa d’água que serve a comunidade e, dos canteiros que cortam a principal Rua, que seguramente não tem mato, por causa do asfalto.

MATAGAL ESTARRECEDOR

Foi a primeira vez que a reportagem da Folha passou em frente da Creche de Farinópolis.  A foto feita registra a visão de matagal estarrecedor, e simplesmente não é possível convencer ninguém que tal quiçaça tenha surgido e crescido em apenas 30 dias.  A reportagem ficará atenta ao funcionamento de tal unidade a partir do início das aulas.

A creche está no contexto da Educação que recebeu investimentos da ordem de 27,72% em 2013, contas aprovadas com parecer prévio favorável emitido pelo TCE/MT.  Sem dúvida, em 2014 o investimento em Educação será superior aos 25%, novamente.

QUEM EXPLICA?

Quem sabe o então responsável pela Secretaria de Educação venha a público justificar o porquê da Creche de Farinópolis ter atingido tal estágio de aparente abandono.

O mesmo setor (Educação), pode estar sob investigação do Ministério Público, através da Portaria 01/2015, que busca constatar se procedem as bravatas de servidores públicos que alegaram, através de rede social, na internet, que o pagamento das férias só teria ocorrido, no dia 21 de janeiro/15, quando faltavam apenas poucos dias para o retorno dos servidores ao trabalho.

Se tal prática restar comprovada (funcionários em férias sem receber pagamento), o assunto pode ser objeto de Ação Civil Pública.